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21/07/2021

Efeito da pandemia no emprego dos brasileiros será de quase uma década

Diferença entre o mercado formal e informal é o principal desafio da América Latina, aponta relatório do Banco Mundial

Um estudo do Banco Mundial aponta que a crise econômica decorrente da pandemia de covid-19 deve ser sentida sobre empregos e salários no Brasil por nove anos. Trabalhadores sem ensino superior  e profissionais em inícios de carreira serão os mais prejudicados, segundo a revista Veja.

O relatório “Emprego em crise: trajetórias para melhores empregos na América Latina pós-covid-19” foi divulgado na terça-feira, 20, pelo Banco Mundial. De acordo com o estudo, as perdas de emprego durante crises econômicas geram grandes sequelas na América Latina, tendo como consequência a redução longa nos índices de emprego formal. Segundo o o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,7% no trimestre encerrado em abril, atingindo 14,8 milhões de pessoas. 

Caminhos

A pesquisa do Banco Mundial propõe uma série de medidas para uma retomada do emprego. As reformas fiscais e tributárias, junto com gastos públicos mais eficientes, maior sustentabilidade financeira da previdência e regras fiscais mais claras são os caminhos apontados.

O investimento em programas de qualificação profissional para os trabalhadores, em especial os informais, além da reforma do seguro-desemprego, para que também contemple os profissionais informais. 

Com a crise, o governo criou o Bem (Benefício Emprego e Renda) para preservar os empregos, mas a sugestão é que haja um movimento permanente. As mudanças, segundo o estudo, devem vir acompanhadas de “regras claras sobre a duração, as estratégias de redução gradual de escala e os custos fiscais”.

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